Fátima Bernardes destaca na Globo a tag “foi golpe”, após fala de Barroso sobre Dilma
Após o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, confessar que a ex-presidente Dilma Rousseff foi derrubada por um golpe de estado a hashtag #foigolpe virou um dos assuntos mais comentados do Twitter nesta quinta-feira (3) e apareceu durante o programa global “Encontro”, apresentado por Fátima Bernardes.
Segundo afirmou Barroso, “a justificativa formal foram asdenominadas ‘pedaladas fiscais’ —violação de normas orçamentárias—, embora o motivo real tenha sido a perda de sustentação política.
Como o Brasil não é um regime parlamentarista, ocorreu, portanto, um golpe parlamentar, por meio de um processo de impeachment sem crime de responsabilidade – ilegalidade que deveria ter sido contida pelo Supremo Tribunal Federal, que preferiu lavar as mãos. Como disse o ex-senador Romero Jucá, o que ocorreu no Brasil foi “um golpe com Supremo, com tudo”.
Mônica Bergamo lembra ainda que Barroso já havia expressado esse raciocínio em julho de 2021, durante um simpósio em que afirmou: “Creio que não deve haver dúvida razoável de que ela [Dilma] não foi afastada por crimes de responsabilidade ou corrupção, mas, sim, foi afastada por perda de sustentação política. Até porque afastá-la por corrupção depois do que se seguiu seria uma ironia da história”.
Depois do golpe de estado contra a ex-presidente Dilma Rousseff, o Brasil retrocedeu em todos os indicadores econômicos e sociais, trabalhadores perderam direitos, a renda do pré-sal foi transferida da sociedade para acionistas privados (sobretudo internacionais) da Petrobrás e o Brasil passou a ser um país pária na cena internacional, porque poucos líderes quiseram se aproximar de um usurpador, como Michel Temer, ou de uma figura tosca como Jair Bolsonaro.
O Cafezinho – Pesquisa do instituto Radar para Presidente da República no Estado do Paraná, divulgada neste domingo, 30, e encomendada pela Assembleia Legislativa, traz péssimas notícias para a pré-candidatura do ex-juiz Sérgio Moro (Podemos).
No seu estado Natal, quem está liderando a corrida é o ex-presidente Lula (PT) com 32% das intenções de voto, seguido por Jair Bolsonaro (PL) com 29,8% das menções. A pesquisa foi realizada entre os dias 08 e 18 de dezembro de 2021, ouviu 2002 eleitores em todo o estado do Paraná e a margem de erro é de 2,2 pontos.
Moro só aparece na terceira colocação com apenas 12%. Já o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) se encontra em situação ainda mais dramática com 3,5%, seguido por Simone Tebet (MDB) com 3,2%, João Doria (PSDB) com 1,8% e Rodrigo Pacheco (PSD) com 0,9%.
Segundo o pedetista, trata-se de ‘mais um capítulo na escalada de gerar conflitos que tumultuem o curso normal das eleições’
O pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes. Foto: Divulgação/PDT
O pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, afirmou nesta sexta-feira 28 que o presidente Jair Bolsonaro “decidiu confrontar, de forma irresponsável e autoritária, uma decisão do STF”. Ao contrário de determinação do ministro Alexandre de Moraes, o ex-capitão não compareceu à Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal para depor sobre o vazamento de um inquérito.
Segundo Ciro, trata-se de “mais um capítulo na escalada de gerar conflitos e impasses que tumultuem – ou tentem inviabilizar – o curso normal das eleições, já que ele se sente antecipadamente derrotado”. Diante disso, declarou o pedetista nas redes sociais, “Congresso Nacional, Forças Armadas, sociedade civil e comunidade internacional devem se colocar em grau permanente de alerta”.
“Mesmo que este episódio seja superado, outros surgirão, pois é isto que Bolsonaro tem feito, com pausas meramente táticas, desde o ano passado”, acrescentou Ciro, reforçando que “um presidente que comete crimes – inclusive de responsabilidade – em sequência, sem punição, se sentirá cada vez mais poderoso, mesmo que esta sensação se baseie em mero delírio psicótico de poder”.
Na tarde desta sexta, Alexandre de Moraes negou o recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União e manteve a data-limite para que Bolsonaro preste depoimento à PF. Em decisão na quinta-feira 27, o magistrado havia mandado Bolsonaro depor nesta sexta para esclarecer o vazamento de um inquérito que apurava uma invasão hacker ao sistema eleitoral em 2018.
O presidente divulgou o inquérito em uma entrevista à Jovem Pan, no ano passado, para levantar suspeitas de que as urnas eletrônicas não seriam confiáveis, mas não apresentou comprovações de que o resultado do pleito foi alterado. O Tribunal Superior Eleitoral também negou ocorrências de fraude.
Escritor vivia desde 2005 nos EUA. Foi padrinho de algumas indicações ao governo Bolsonaro, mas viu sua influência reduzir nos últimos meses
Foto divulgação
Considerado o guru do bolsonarismo, o escritor Olavo de Carvalho, de 74 anos, morreu na noite dessa segunda-feira (24/1), madrugada de terça no horário brasileiro. Ele estava internado em um hospital de Richmond, Virgínia, nos Estados Unidos.
A causa da morte não foi divulgada. Entretanto, o próprio escritor afirmou que tinha se infectado com o novo coronavírus, causador da Covid-19. Carvalho era casado atualmente com Roxane, tinha oito filhos e 18 netos.
Bolsonaro lamentou a morte
Nos últimos meses, Olavo passou a fazer críticas ao governo de Bolsonaro. Nesta madrugada, logo após o anúncio de sua morte, o presidente da República, pelas redes sociais, lamentou o falecimento do escritor. “Olavo foi um gigante na luta pela liberdade e um farol para milhões de brasileiros. Seu exemplo e seus ensinamentos nos marcarão para sempre”, publicou o perfil.
Natural de Campinas (SP), Olavo vivia desde 2005 nos Estados Unidos. Segundo ele, um dos motivos de sua mudança do Brasil para os EUA foi a chegada do Partido dos Trabalhadores (PT) à Presidência da República. Como revelado pelo Metrópoles, Olavo desembarcou no Brasil em 8 de julho de 2021 para um tratamento médico, após anos sem pisar no país.
O escritor foi internado com problemas respiratórios em abril do ano passado num hospital no estado da Virgínia. No Brasil, Olavo foi levado para o InCor, Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), onde foi atendido pelo cardiologista José Antonio Ramires.
“Cigarro não faz mal, isso tudo é uma empulhação da Indústria Farmacêutica, que vende remédios que matam a população. Cigarro faz bem para a atividade cerebral e diminui o colesterol, quantas pessoas com Alzheimer fumantes você já viu?”
Fumante, ele propagava a ideia anticientífica de que o cigarro faz bem para a saúde e dizia que o tabaco não tinha ligação com o câncer de pulmão ou doenças cardíacas. Olavo já teve um tumor na traqueia, que o obrigou a se submeter a uma cirurgia delicada.
Olavo lidava há alguns anos com consequências da doença de Lyme, popularmente conhecida como “doença do carrapato”, que pode causar irritação na pele, dores nas articulações e fraqueza nos membros.
Opositor do politicamente correto, em 2013 Olavo publicou o livro O Mínimo que Você Precisa Saber para não Ser um Idiota, considerado um dos manuais da direita brasileira. Outros livros de sua autoria são O Jardim das Aflições (1995) e O Imbecil Coletivo (1996). Seus livros e artigos divulgam teorias conspiratórias e informações incorretas, além de discursos de ódio.
Entre essas teorias, estão: ATerra é plana, a negação do aquecimento global e a defesa de que a Pepsi é adocicada com células de fetos abortados.
De astrólogo a representante do conservadorismo
Na juventude, Carvalho diz ter sido militante do Partido Comunista Brasileiro, entre os anos de 1966 e 1968, e opositor da ditadura militar no Brasil, tornando-se anticomunista posteriormente.
Trabalhou como jornalista em veículos como Folha de S.Paulo, Planeta, Bravo!, Primeira Leitura, Jornal do Brasil, Jornal da Tarde, O Globo, Época, Zero Hora e Diário do Comércio. Como astrólogo, colaborou no primeiro curso de extensão universitária em astrologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), em 1979, oferecido a formandos em psicologia.
Crítico do que chamava de pensamento hegemônico de esquerda na imprensa e na academia, Olavo se tornou um expoente da direita brasileira. Em 2020, ele fundou o site Mídia sem Máscara (MSM), que tinha o objetivo de combater o “viés esquerdista da grande mídia brasileira”.
Chegou hoje (24) no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, interior paulista, um carregamento de 1,8 milhões de doses de vacina pediátrica contra a covid-19. É o terceiro lote enviado ao Brasil do imunizante da Pfizer destinado a aplicação em crianças.
A entrega de hoje estava prevista para ser realizada na próxima quinta-feira (27), porém foi antecipada pelo laboratório norte-americano. Já tinham sido enviadas 2,5 milhões de doses desde que a vacinação de crianças com idade entre 5 e 11 anos foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Até o fim de março, o governo federal espera receber 20 milhões de doses de vacinas pediátricas da Pfizer.
Na última sexta-feira (21), a vacina Coronavac também foi incluída pelo Ministério da Saúde no plano de imunização contra a covid-19 para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos de idade. O governo federal está negociando os termos de compra com o Instituto Butantan, que produz o imunizante no Brasil em parceria com o laboratório chinês Sinovac.
Fonte: Agencia Brasil – Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil – São Paulo Edição: Maria Claudia
O que para o presidente é “insignificante”, na verdade, é uma tragédia para inúmeras famílias brasileiras; segundo o Instituto Butantan, a doença já matou 1.449 crianças no Brasil
Bolsonaro tem o hábito de frequentar lotéricas (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Jair Bolsonaro (PL) se supera a cada dia em suas declarações ofensivas ao povo brasileiro. Ele voltou a minimizar o número de mortes de crianças por Covid-19 no país. Um dia depois de participar do enterro da própria mãe, Olinda Bolsonaro, em Registro, no interior de São Paulo, o presidente classificou o número de mortes infantis como “insignificante”.
“Eu desconheço criança baixar no hospital. Algumas morreram? Sim, morreram. Lamento, profundamente, tá. Mas é um número insignificante e tem que se levar em conta se ela tinha outras comorbidades também”, afirmou Bolsonaro.
O que para Bolsonaro é “insignificante”, na verdade, é uma tragédia para inúmeras famílias brasileiras.
De acordo com o Instituto Butantan, a Covid-19 matou, por enquanto, 1.449 crianças, com idades entre zero e 11 anos no país. A doença também deixou milhares de crianças com sequelas.
Além de minimizar a dor das famílias, Bolsonaro voltou a criticar a vacinação infantil e destacar o que chama de “efeitos adversos”.
“A vacina para crianças não é obrigatória. E tem que ser falado o quê por ocasião da vacinação? Quem for aplicar a vacina? Olha, tá aqui teu filho, de cinco anos de idade. Ele pode ter palpitação, dores no peito e falta de ar. Vai ser dito para ele, como está no despacho do Lewandowski”, insistiu o presidente negacionista.
Bolsonaro precisou deixar a visita oficial que fazia ao Suriname, na sexta-feira (21), para viajar às pressas para a pequena Eldorado, no Vale do Ribeira (SP), após receber a notícia que sua mãe, Olinda Bonturi Bolsonaro, de 94, havia falecido num hospital de Registro. Alguns de seus filhos o acompanharam na despedida à matriarca do clã.
No entanto, uma atitude pouco comum tomada pelo filho que acabara de perder a mãe chamou a atenção dos moradores do município paulista e da imprensa que cobria o fato no local.
Na manhã seguinte ao sepultamento, ocorrido no cemitério municipal de Eldorado, Jair Bolsonaro saiu com seu séquito de assessores, guarda-costas e bajuladores para ir a uma lotérica e apostar um cartão da Mega-Sena, que no sorteio deste sábado (22) pagou o prêmio acumulado de R$ 22 milhões.
O Brasil registrou 238 novas mortes por Covid e 157.393 novos casos da doença nas últimas 24 horas. Média de infecções foi a 133.350
Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou novo recorde na média móvel de infectados pela Covid. O indicador chegou a 133.350 casos diários, aumento de 348% em comparação ao verificado há 14 dias.
O número pode ser ainda maior, já que o balanço não incluiu os números de Distrito Federal, Mato Grosso e São Paulo.
Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 157.393 casos confirmados para a Covid. O número é menor que o registrado na sexta-feira (21/1), quando 166.539 casos novos foram notificados.
A média móvel de mortes diárias também aumentou, e foi a 261. Em comparação com o verificado há duas semanas, houve variação de 115%. Nas últimas 24 horas, foram 238 mortes notificadas.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou o centenário do engenheiro Leonel de Moura Brizola, que completaria 100 anos neste sábado. Lula lembrou o papel de Brizola na campanha da legalidade, em 1961, que garantiu a posse de João Goulart e sua luta por um Brasil mais justo e soberano. O ex-presidente também afirmou que pessoas como Brizola não morrem e que “suas ideias estão nas nossas mentes e nos nossos corações”. Lula também lembrou que Brizola transferiu 100% dos seus votos a ele no segundo turno da campanha presidencial de 1989 e o apoiou em momentos cruciais da história brasileira. Na realidade, o trabalhismo, que encontrou em Brizola seu maior representante, nunca faltou à esquerda, nas horas decisivas.
De acordo com reportagem da revista, o presidente teria dito a um interlocutor, em conversa reservada: “Eu vou embora do Brasil”
Bolsonaro (Foto: Carolina Antunes/PR)
De acordo com reportagem da Carta Capital, Jair Bolsonaro já admite não terminar o mandato presidencial. Segundo a publicação, em conversa reservada em 26 de agosto sobre o país e seu governo, Bolsonaro comentou: “Eu vou embora do Brasil”.
O interlocutor questionou: “Vai levar quem?”. A resposta foi típica de Bolsonaro: “Sou hétero, só minha mulher”. A pessoa que ouvia saiu com a impressão de que Bolsonaro já começa a pensar na possibilidade de não terminar o mandato.
Um dia antes do fato, o filho do presidente, Eduardo Bolsonaro, usou o Twitter para dizer que o pai deveria utilizar as redes sociais para enfrentar jornalistas.
“Quando as pessoas forem hipnotizadas para ter este pensamento será o fim. Sairá o único presidente eleito sem amarras, capaz de mudar o sistema, e entrará um bundão a servir este establishment”, escreveu Eduardo.
Por “bundão” ele se referia, certamente, ao vice-presidente, o general Hamilton Mourão.
CPI
A queda de Bolsonaro voltou a ser assunto em Brasília, depois de deflagrada a crise ambiental na Amazônia. No dia em que ele mencionou a possibilidade de deixar o País, pesquisa revelou que 39% dos brasileiros acham seu governo ruim ou péssimo, 10 pontos acima dos que acham bom ou ótimo.
Existe no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma ação que pede a cassação dele por disseminação de mentiras na campanha. A ação pode ganhar força com a CPI das fake news, que deve ser instalada em breve.
O sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi participa do primeiro Webinário Fórum, que vai debater o cenário político e esclarecer como funcionam as pesquisas eleitorais
Por Lucas Vasques, na Fórum – O sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi, Marcos Coimbra, avalia que o ex-presidente Lula (PT) tem amplas condições de vencer a eleição já no primeiro turno. Ele participa do Webinário Fórum, que será realizado nesta segunda-feira (24), das 19 às 21h30, online, pela plataforma Zoom, com certificado. A participação é gratuita para sócios, membros e apoiadores da Revista Fórum.
“Lula é o maior favorito que temos desde quando existem pesquisas de opinião no Brasil. Nenhuma eleição moderna teve um candidato tão favorito quanto ele. O que não quer dizer, é óbvio, que tenhamos condições de afirmar, com segurança, que ele vai ganhar no primeiro ou no segundo turno. O que é possível dizer é que ele é favoritíssimo a ganhar a eleição”, afirma Coimbra.
Coimbra não vê a possibilidade de Jair Bolsonaro (PL) ter uma “carta na manga”, que consiga reverter o cenário de queda acentuada e contínua de popularidade.
“Não sei o que ele pode fazer agora, faltando meses, que corrija uma imagem extremamente negativa que formou ao longo de anos”.
“Bolsonaro tem tudo para continuar a cair. Não acho que ele tenha um modo de reverter esse quadro. Ele decepcionou a grande maioria do eleitorado brasileiro que votou nele no segundo turno em 2018, acreditando que ele poderia ser um sujeito diferente, pois ele tinha suas particularidades, mas era diferente e valia a pena tentar para ver se dava certo. O eleitor resolveu ou tentar, mas deu errado”, diz.
“Moro é igualmente nazifascista, também acredita ser uma espécie de predestinado”
O sociólogo não poupa críticas ao ex-juiz, considerado parcial e suspeito pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nas ações contra Lula.
“Bolsonaro é tão ruim que ele está caindo e continua a manter essa tendência de queda. O que torna perfeitamente possível que algum candidato que disputa o mesmo eleitor de direita e até de ultradireita com ele acabe se beneficiando dessa perda moral, de imagem de competência, de qualidade de governo”, relata.
Coimbra diz que não sabe de onde Bolsonaro “tira tantas ideias de jerico, como essa de ser contra a vacinação de crianças. É difícil imaginar um sujeito tão ruim e tão mal assessorado, cercado de gente de tão péssima qualidade. Então, isso abre a possibilidade para outra candidatura de direita, que já existe. É a do Sergio Moro (Podemos)”.
“Moro é igualmente nazifascista, também acredita ser uma espécie de predestinado. Ele acha que é um sujeito que tem tudo para ser o salvador do Brasil, mas é um político de última qualidade”, define.
Porém, Coimbra acha possível que, mesmo assim, uma parte do eleitorado de ultradireita de Bolsonaro acabe se transferindo para Moro.
“A diferença entre os dois nas pesquisas está em torno de 10 pontos, um pouco mais, um pouco menos, dependendo da pesquisa. Não é fácil que essa diferença desapareça, mas não é tão difícil: 5% de eleitores que decidam sair de um e passar para outro definem quem vai para o segundo turno, se houver segundo turno contra o Lula. Então, é possível que o Moro passe o Bolsonaro”, observa.